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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Final do Primeiro Capítulo - Mentiras

[POST INACABADO]

Muito bem galera, encerramos o primeiro capítulo da campanha Trama de Intrigas. Quero parabenizar a todos, e espero que tenham gostado da história!

E vamos ao resumo da novela...

"Após abrirem a porta emperrada do elevador, todos chegam a uma nova sala, a sala do raio. Nesta nova sala a iluminação era oscilante, e era devido a uma esfera de vidro na parede. Esta esfera emitia uma eletricidade rarefeita, que quando atravessava condutores em paredes móveis se intensificava e se projetava pelas paredes, que eram conectadas a ela. Nossos heróis após enfrentarem alguns construtos em formatos de Bispos, que o tempo todo empurravam as paredes móveis da sala para atingir os jogadores com um raio projetado, conseguiram descobrir a charada desta sala. Ordenando as paredes conseguiram levar a eletricidade até uma outra esfera na parte sul da sala. Assim as grades que davam passagem aos novos elevadores fora aberta.

Pegando o elevador do gelo, todos desabam em um tubo, como se fosse uma espécie de tobogã. E caem numa nova sala com o piso tão liso, que todos derrapavam o tempo todo. A sala exigiu bastante equilíbrio de todos, pois ao tentarem se mover deslizavam frequentemente, correndo o risco de se chocarem contra as paredes cheias de espinhos de gelo. Até que para a surpresa de Rhasgar, o chão se parte e ele desaba caindo em um andar abaixo de onde todos estavam. Após muitos escorregões, quedas, e algumas batalhas contra peões arqueiros, alguns heróis finalmente sobem para o andar superior. Alguns construtos em formato de rainhas estavam defendendo o local, elas possuíam ainda poderes de gelo. Mas felizmente mesmo com as quedas e escorregadas do nosso anão, todos conseguem chegar até o final da sala. Aonde havia pelo chão duas grandes plataformas. Uma plataforma era negra com uma alavanca branca e a outra plataforma era branca com uma alavanca negra. Mas nossos heróis desvendando corretamente o pergaminho que o Rei havia dado com o enigma da ordem das salas, resolveram pegar a plataforma branca e foram levados para uma nova sala.

Todos chegam então a uma pequena sala, onde haviam todas as peças do xadrez dispostas como no jogo original. Só que as peças eram todos construtos. E ao fundo atrás de todas as peças havia a imagem de um Leão e uma Águia em batalha, que era o símbolo da família Kendrick.

Após derrotarem o Rei construto, todos os outros construtos pararam automaticamente de funcionar. E da cabeça do rei sua coroa cai ao chão. Espertamente o grupo percebe que a coroa era a chave que abriria a passagem através do quadro que havia ao fundo da sala. E assim todos penetram finalmente na sala do tesouro de Snowdown!

Todos muito curiosos começam a investigar o que havia sumido do local. Descobriram armas mágicas, ouro espalhado pelo chão, livros antiquíssimos, mas não conseguiam perceber o que fora retirado dali. Tudo parecia em ordem. Até que Ely vasculhando as prateleiras de livros percebe um livro diferente. Era um diário, e ele pertencia a Alicia Kendrick.

A princesa Alicia nascida em 1345DR, era a filha mais velha do Alto Rei Tristran Kendrick e da druida Robyn. Desde pequena fora treinada por Keane, que era um grande mago de Alaron. Sua irmã mais nova Deirdre Kendrick fora possuída pela deusa Shar, e desde então Alicia fizera de tudo para proteger sua família das maldades de sua irmã, que formara um exército das trevas para conquistar Alaron. Alicia junto de outros bravos aventureiros conseguira retirar a vida de sua irmã em uma terrível e sangrenta batalha. Alguns anos depois, após a morte de Deirdre, uma árvore começa a nascer sobre onde seu corpo fora enterrado. E esta árvore fora nomeada de Cesi, a árvore mãe. Pois muitos acreditam que a árvore exerce uma certa força que protege Alaron.

O Rei Tristran que era um grande sábio na arte da engenharia dos anões construíra um mausoléu, mas que na verdade era uma espécie de fortaleza sobre uma ilha flutuante, e assim fora nomeada de Snowdown. Todos os restos mortais de seus antepassados mortos foram levados para lá e colocados dentro de túmulos, e estátuas foram construídas com a aparência de cada antepassado, próximas a cada túmulo. Mas Snowdown escondia mais segredos, objetos que estavam sobre a posse dos Kendricks a muitos e muitos anos foram guardados lá também. O local desde então é cheio de mistérios e armadilhas.

Alguns anos após Tristran adoecer, a druida Robyn nomeia então Alicia como a Alta Rainha das ilhas Moonshae. Alicia nesta época havia viajado o mundo inteiro recrutando guerreiros e fazendo amizades, mas ninguém sabia ao certo os planos de Alicia. Quando ela retornara a Alaron, após receber o convite de sua mãe, ela assumira então a realeza e o controle das Ilhas Moonshae, que por muitos e muitos anos prosperaram graças ao seu comando. Até que vários anos após a morte de Alicia, a praga mágica veio ao mundo, e desestabilizando o tempo e o espaço criara um portal onde Eladrins invadiram as Moonshaes e começaram a tentar dominar todas as ilhas.

Clark nossa maga, pega o diário e começa a analisá-lo. E então descobre uma página solta que estava escrito:
"                     Décimo oitavo dia após o solstício de inverno

Nunca mais esqueci a imagem do rosto da minha irmã, seu rosto em agonia pedindo desesperadamente que eu desse um fim aquele sofrimento. Eu nunca perdoarei a deusa Shar por possuir a minha irmã e fazê-la sofrer tanto como ela sofrera. Deirdre antes de morrer em meus braços, já havia sido libertada do espírito maligno da deusa Shar. Era apenas a minha irmãzinha em meus braços com um sorriso de agradecimento, apesar do sangue jorrando de seu ventre. Seus olhos não haviam mais aquelas chamas negras de antes. Parecia serena agora. 
Deirdre em seus últimos suspiros de vida me confidenciara o plano da deusa, algo que eu deveria não revelar a ninguém, mas deveria fazer de tudo para que ele nunca desse certo. A deusa Shar a possuíra, pois ela era uma Kendrick, e a minha família era guardiã a milhares de anos de um artefato mágico poderosíssimo. Era uma espécie de pedra, apenas um pedaço de uma antiga tábua, que reunida com as outras partes poderia até mesmo ressuscitar os deuses! Deirdre em seus últimos suspiros de vida confiara a mim que quando estava dominada a deusa queria roubar este pedaço da tábua, e entregá-la a seus discípulos. Deirdre não sabia exatamente o que Shar queria com uma tábua, mas sabia que desejava de toda maneira ela.  Shar poderia dominar qualquer um que tivesse seu coração obscurecido pelas artes das trevas, qualquer um que se envolvesse fortemente com as sombras. Mas uma vez dentro de um corpo humanóide a deusa se torna fraca, não pode usar todos os seus poderes. E este é seu ponto fraco. Então quando o corpo do indivíduo estiver fraco a deusa fugirá.
Após a morte de minha irmã, eu tive um sonho com o deus Bahamut. Em sonho ele me dissera que eu deveria criar uma ordem de guerreiros para defender o mundo de deuses como Bane e Shar. Que eu sabia demais sobre os assuntos dos deuses e isto me fizera uma peça importante para salvar toda Toril, eu deveria agora proteger o mundo das artimanhas desses deuses malignos. E será isto que farei. Bahamut apesar de não ser o deus a qual sigo se tornara meu amigo após este pedido, e eu como uma destemida guerreira e futura rainha, irei defender o mundo dessas organizações caóticas de deuses malignos que a todo tempo tentam consumir este mundo em trevas. E este será meu objetivo a partir de agora! Irei guardar a tábua num local que jamais Shar poderá apanhá-la."

Após ler para todos os aventureiros, eles percebem que a pedra que havia sobre um pedestal deveria ser o pedaço da tábua falado no diário. Havia um título no pedestal na qual dizia "Tábua da Fé". Clark se recordara de uma antiga lenda sobre isto. Que a Tábua da Fé como era chamada, era uma tábua de pedra que as lendas diziam ter sido um objeto usado pelo Lorde Ao, para criar os outros deuses. No passado quando a primeira deusa Mystra fora morta, a tábua fora usada para transformar Midnight, uma jovem maga, na nova deusa Mystra. Mas eram apenas lendas, a história nunca fora confirmada de fato. Isto tudo acontecera de acordo com a lenda, na era das perturbações, quando os deuses menores foram criados. Mas a lenda diz que a tábua fora quebrada e dividida em sete partes. E uma maldição fora imposta sobre cada pedaço delas, que nenhum deus seria capaz de tocá-las novamente, elas seriam invisíveis a eles. E assim elas foram espalhadas por toda Toril e por todos os planos. Foram esquecidas pelo tempo, e perdidas para sempre.

Com esta descoberta todos então decidem voltar e contar o que descobriram para o Rei Derid Kendrick, concluem que nada havia sido roubado, mas iriam levar para ele tudo que descobriram.

A jovem maga então prepara o ritual para levá-los embora, só que para a surpresa de todos, quando o ritual é ativado duas pessoas saem de dentro do portal que fora criado. O Rei Derid Kendrick e Mokkan. O Rei então parabeniza a todos por conseguirem chegar até a sala dos tesouros de Snowdown e começa a vasculhar tudo dizendo "Viemos ajudar vocês a investigar o que fora roubado." Mokkan permanecia calado, apenas observando tudo.

Até que nossos heróis perceberam que havia algo de errado com o Rei, seu rosto não havia mais uma cicatriz de guerra que ele possuía antes. Então o jovem Rhasgar ao se aproximar do Rei, faz com que ele acabe cometendo uma gafe e então ele pergunta sobre qual era o nome de Rhasgar. Nosso draconato então rapidamente desfere um golpe contra o suposto Rei, que defende seu golpe, mas para o espanto de todos a região atingida revela uma estranha mudança de aparência. Revelando não o Rei como todos conheciam e sim um metamorfo!

O metamorfo então grita para Mokkan algumas palavras em uma língua desconhecida e aponta para o local onde estava a pedra sobre o pedestal. Mokkan rapidamente se desloca até o local, seus olhos se encheram de chamas negras. Revelando a todos que ele estava possuído pela deusa Shar. E assim ele pega a pedra que era supostamente um pedaço da tábua da fé. Seu plano original fora um sucesso, conseguira enganar a todos e invadir Snowdown, finalmente conseguindo pegar a pedra. Mas para o espanto de todos ele a joga no chão em fúria, e grita "Maldita, esta pedra é falsa...eu pude enxergá-la e tocá-la!". E neste momento o metamorfo revela sua verdadeira aparência. Ely então o reconhece, relembrando que o vira em sua visão quando invadira a Citadela de Umbra. Ele assassinara Khaly em sua visão sobre o futuro. A aparência do metamorfo era de um humanoide enrolado em faixas negras, que cobriam todo o seu corpo. Apenas seus olhos vermelhos podiam ser vistos através das faixas. E havia uma katana presa em suas costas. Mokkan desesperadamente grita: "Mate-os!".

Ely começa a fugir ligeiramente, e assim começa a roubar os objetos mágicos que haviam em seu caminho para o portal. Mas Mokkan subitamente se transforma em uma pantera gigante e desfere um golpe contra o braço de Ely. Mas felizmente nosso Avenger com a destreza de um elfo consegue escapar mesmo ferido e atravessa o portal. Logo após todos tentam fazer o mesmo. Até que Rhasgar ao tentar fugir fora encurralado pelos dois inimigos, mas mesmo sofrendo alguns golpes dos dois conseguira sobreviver e se esquivar deles, mas assim como Ely também fora ferido no braço por Mokkan.

E a cena termina com todos saindo do portal em um local desconhecido..."


Espero que todos tenham gostado da história, peguei trechos da história original de Forgotten e adaptei. Espero um dia ser reconhecido pela Wizards kof...kof... a XP irei colocar em breve.


[construção...]




quarta-feira, 27 de julho de 2011

Snowdown

Galera falta pouco para acabar o primeiro capítulo de Trama de Intrigas. Tivemos duas sessões recentemente e várias coisas aconteceram. Mas irei tentar resumir ao máximo tudo que aconteceu. No final do post como combinado estarei detalhando a XP e o Status atual de cada personagem.

Ilhas Moonshae

"Após conseguirem saltar da Catedral do Crepúsculo sobre o rio que cortava a Citadela de Umbra, os aventureiros abandonam a cidade em uma bela fuga. Mas infelizmente o Drow Ladino Drizzt, não conseguiu sobreviver ao terrível rio lmao!

Quando chegaram ao vilarejo dos druidas de Alaron, muitos choravam pois o Alto Druida Iolaus, líder dos druidas das Moonshaes, não aguentara e morrera. Ele já era velho e estava fraco de acordo com Mokkan. Mas Mokkan, nosso Genasi Druida, com a ajuda de Clark consegue salvar a árvore Cesi, que diz a lenda é a alma encarnada da antiga Deirdre Kendrick, parente do Rei que morrera a centenas de anos atrás. Possuida pela deusa Shar ela tentara destruir as ilhas Moonshae. Reza a lenda, que Deirdre quando fora morta por sua irmã, Alicia Kendrick, fora enterrada naquela região. E alguns meses depois a árvore começara a brotar. E hoje é um importante símbolo de proteção de Alaron, contra os ataques dos Eladrins.

No dia seguinte os heróis e Mokkan, rumaram para o castelo do Rei em Callidyr. Chegando lá encontraram com o Rei Derid Kendrick, e Rhasgar seu fiel amigo draconato que fazia parte da guarda real.

Mokkan começou a contar tudo que descobrira sobre Khaly. Dissera ao Rei e a todos os presentes que Khaly, mercado de Athkatla, estava envolvido em uma seita religiosa da deusa Shar. E esta mesma seita lhe pedira uma tarefa de iniciação. Então Khaly obedecendo a ordem transportara uma carga roubada de Snowdown até Athkatla por barco. E assim teria que levar o carregamento de carroça até Ankhapur, ao leste de Amn. Só que seus planos foram por água abaixo quando Amir Kadaj, líder dos halflings da Shadow Thieves, interceptara seu carregamento aprisionando sua carga.

O Rei então revela que Snowdown é uma ilha flutuante que fica ao sul de Alaron, nas ilhas Moonshae. E lá é uma espécie de tumba de seus antepassados. E além disso é uma fortaleza onde pertences antiguíssimos de sua família são guardados a gerações.

Então o Rei Derid propõe ao grupo, para invadirem Snowdown e descobrirem pistas sobre o roubo. Precisariam descobrir também o que fora roubado, pois Snowdown estava selada a centenas de anos e nem mesmo o Rei sabia como entrar lá. A única informação que ele tinha para dar aos nossos heróis era um papel com simbolos elementais. Que de acordo com o Rei diziam a maneira correta de se atravessar toda a fortaleza. 

Para retornarem de lá, o Rei diz que Mokkan preparara um ritual para trazê-los de volta, assim teletransportaria todos de volta ao castelo. Uma sequência de símbolos atrás do papel com os elementos ativaria o ritual. O ritual principal Mokkan o prepararia com todos os componentes, apenas aguardando os heróis chegarem até a sala dos tesouros e descobrir o que fora roubado, e assim saírem de lá vivos.


Então através de grifos emprestados da guarda real, os nossos aventureiros sobrevoam as ilhas Moonshae, em direção a Snowdown. O tempo começa a se fechar enquanto voavam pelo percursso, e inesperadamente três dragões repteis púrpuras atacam os heróis. Mas todos conseguem fugir e deixam os dragões para trás. Pois eles não poderiam tocar a luz do sol, ou se desintegrariam.



Chegando em Snowdown pela praia, o grupo avista uma estátua do antigo Rei Tristan Kendrick. Que construíra  a tumba e também a fortaleza logo abaixo, a centenas de anos atrás. Abrindo uma porta atrás da estátua, entram para a tumba. Várias estátuas estavam pelo local com alguns túmulos próximos. No final da larga tumba, todos avistam uma porta que fora arrombada por uma explosão. E assim todos concluíram que era a entrada para a fortaleza.

Dentro da fortaleza de Snowdown, o grupo é pego por uma armadilha e enfrentam 10 soldados construtos. Eram construtos muito incomuns, misturados com partes humanas, pedra, madeira e metal. E pelo que os heróis puderam perceber eles simulavam os movimentos de um Peão de xadrez. Lutaram por um tempo mas perceberam que era perda de tempo ficar ali. E rumaram para um elevador com o símbolo do elemento da terra.

Os nossos heróis estudando o papel dado pelo Rei chegaram a conclusão que deveriam seguir o caminho da terra. E assim o fizeram, e o elevador descera e chegará até uma sala totalmente diferente da entrada. A Sala da Terra, era uma sala com chão de terra, e uma ponte cortando o meio da sala. Estalactites foram descobertas no teto aos milhares. Então flechas foram lançadas contra os heróis, que perceberam que haviam arqueiros do outro lado da ponte. E pela ponte duas criaturas em formato de torre avançaram e agarram alguns heróis. O medo se abatera sobre o grupo, pois logo abaixo da ponte, várias pedras pontudas estavam apenas esperando alguém ser lançado da ponte.


Mas felizmente todos acabam com os construtos inimigos e avançam para a Sala da Água. O elevador os leva até a nova sala. Na qual precisariam mergulhar para atravessá-la. Alguns cascões ficaram com medo do banho. Mas a necessidade faz o ladino (what?) e o grupo segue por debaixo d'água. Um tempo nadando e procurando fontes de ar pela sala. São pegos por redemoinhos que ativam alguns construtos, eram cavalos marinhos desta vez. Os cavalos investiram contra os heróis, que fugiram como peixes de tubarões. Foi uma fuga tensa, e todos em suas mentes viram o anão Kent morrer afogado, raped morto pelos cavalos marinhos. Mas graças a grande invenção, a nossa querida corda, o anão foi rebocado! E rumaram para o elevador chegando até a Sala do Ar.

Na nova sala, o local era bastante iluminado e arejado. E assim resolveram armar uma barraca e ali mesmo tiraram um ronco. Mas infelizmente o local era extremamente mortal também. Blocos flutuantes imóveis estavam localizados em cima de um grande abismo. E de lá dava até para ver as nuvens logo abaixo. Mas bravamente todos começam a desvendar os mistérios desta nova sala. E ativando plataformas, dando alguns saltos, e destruindo e derrubando vários blocos, todos conseguem chegar até o próximo elevador e seguir para a próxima sala.

A Sala do Fogo era estreita e mal iluminada. Corredores bem apertados levavam os heróis até uma espécie de labirinto com mini-salas e mais micro-corredores. Até que uma estranha mão de fogo surge e ativa uma armadilha na parede. E de um buraco na parede de metal, uma forte rajada de fogo atravessa um corredor atingindo primeiramente nosso Avenger. Mas nada abala este fiel seguidor de Bahamut. (filho da puta quis mudar de divindade $#@%!@!)
Ely então descobre a conjuradora da mão de fogo. Um estranho construto, mais bizarro que os anteriores, era uma forma de mulher com um manto vermelho. Havia metal revestindo todo seu corpo, e suas mãos estavam em posição de oração. Mas dentro daquele corpo de metal, havia partes humanas que gritavam em agonia, partes chamuscadas. Parte do grupo então avança contra o estranho construto, a Rainha das Chamas. Outra parte do grupo começa a explorar os corredores e mini-salas. Até que então nosso Guerreiro descobre uma sala com um painel, onde engrenagens estavam ativadas controlando as armadilhas da sala.

A batalha continua entre a Rainha, Ely e Rhasgar. Mas Ely bravamente usando sua daily PAWAR desfere um golpe mortal contra a rainha, que antes regenerara com o fogo das armadilhas, mas desta vez não tivera sorte e caíra com o golpe do Avenger. Rhasgar, nosso draconato que se juntara ao grupo por ordem do Rei, olhando bem a Rainha percebera que em seus olhos havia uma espécia de engrenagem. Ele arrancara a engrenagem dando fim a agonia da Rainha que logo cai ao chão jorrando sangue e óleo enegrecidos pelo fogo.

Theodore ainda no painel (sim ele ficou o tempo todo lá), consegue com ALTOS ROLLS desativar todas as armadilhas da sala, e descobre um segundo painel de engrenagens por trás do painel principal. Clark lhe entrega a engrenagem, que nosso draconato lançara longe achando que era uma shuriken. Theodore insere a engrenagem, mas infelizmente ele esbarra em alguma coisa e ativa todas as armadilhas da sala, atingindo nossa Maga, o Anão e o Avenger com chamas.

Barras de metal foram suspensas e a passagem para os elevadores ao fim da sala do fogo fora liberada. Nossos heróis entram então no elevador com o elemento do raio. O elevador se fecha e logo em seguida uma porta ao fundo é aberta, mas como se a energia fosse cortada a porta trava na metade. E nossos heróis conseguem apenas enxergar uma parte da nova sala. Onde luzes piscavam e estranhas paredes haviam no local..."

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

A queda do não tão poderoso Sinruth.


Após resgatar Cain Sertanian, nossos bravos aventureiros continuaram a aventura pela masmorra de Rivenroar. Seguindo a liderança do grande Sertanian em busca de Mirtala, chegaram a uma sala cheia de escombros e dejetos e até então um Hobgoblin Deathwatcher, nosso bravo patrulheiro investiu contra o mesmo e alguns mortos-vivos surgiram dos dejetos. A batalha foi cruel o campo de batalha estava muito sujo e dificultou a movimentação dos aventureiros, após algum tempo, bastante ferido, nosso Hobgoblin correu para pedir ajuda dos soldados que estavam na sala ao lado. Nosso patrulheiro com sede pelo sangue dos goblinóides persegue o Hobgoblin ferido e cai em uma armadilha, cercado por soldados ele perece. Vendo a emergência da situação o resto do grupo se apressa em salvar o patrulheiro agora indefeso, nesse momento ao entrar na sala nosso clérigo sente um calafrio por um momento tirando sua atenção da batalha, procura algo errado na sala e então percebe um corpo acorrentado nas paredes. Após muito sangue e horas discutindo o que o outro deveria fazer ou não fazer o patrulheiro é salvo e o encontro superado.

Continuaram em busca de Mirtala pois Sertanian demonstrava preocupações com seu estado mental. Mirtala estava bastante ferida por ratos e em um estado catatônico, foi necessário algum esforço e paciência para faze-la cooperar. Com quatro reféns resgatados e um morto o grupo se apressou em encontrar Jalissa.

Passaram para o próximo andar da masmorra, e lá se encontraram com vários hobgoblins, esses diferente dos anteriores demonstravam sinais de organização, e não era para menos, após o iniciar da batalha Sinruth apareceu usando as Manoplas do Salão de Honra que foram reconhecidas por Sertanian. Sua aparição gerou um pouco de desespero e apreensão, muitos não esperavam lhe encontrar ali. Foi uma batalha difícil mas os aventureiros conseguiram superar o desafio sobre o comando do poderoso Sertanian (ok, brincando brincando). Em uma das saídas estava Jalissa e alguns sarcófagos. Nosso patrulheiro foi direto violar os sarcófagos em busca de tesouro e obrigou o clérigo do grupo a salvar Jalissa. Jalissa não exitou em se atirar nos braços de seu salvador, Zealot o Warforged Garanhão. Jalissa avisou ao grupo que sabia que Thurann corria perigo e ouviu alguns boatos que seria sacrificado, enquanto isso em outra sala acharam o Elmo de Crista de Dragão

O grupo seguiu, chegando em uma encruzilhada. O anão Adronsius nunca esteve ali e não pode guiar o grupo. Com apenas sua intuição o grupo se dividiu com a opinião de qual seria o melhor caminho a tomar, optando por fim pelo caminho a frente, porém o mago Slevin tomou seu próprio caminho e seguiu à esquerda.

Os aventureiros que seguiram adiante encontraram uma sala estranha, com apenas um lago no centro. Após alguns minutos e muitos testes, Zhaq julgou ser seguro e tentou beber um pouco da água. Quando encostou na sua superfície as ondas começaram a criar uma imagem, que Zhaq reconheceu por ser a cidade de Umbraforge.


Enquanto isso o nosso valente mago, que tomou um caminho separado, se encontrava em uma sala misteriosa. Toda luz que tinha com ele foi sugada para um mosaico de sol negro no chão. Intrigado com a situação começou a investigar o sol, foi quando foi surpreendido por três fantasmas em suas costas. Em uma reação desesperada, vendo que estava sendo atacado, Slevin calmamente e premeditadamente soltou seu cajado e gritou em medo. (Todos que estavam presentes ouviram um grito bem afeminado, mas não foi assim que Slevin contou a história depois). Tendo se iniciado uma batalha com os fantasmas Slevin pediu ajuda e o resto do grupo que estava voltando do lago, pode ouvir o grito de ajuda de seu companheiro.

Um a um foram chegando pelo corredor até a misteriosa sala, já que o chão não parecia sustentar mais de uma pessoa por vez, quando chegou a vez de Zealot entrar na sala se sentiu mal, se sentiu em um lugar que o nível de profanação e corrupção iria além de qualquer lugar que já tivera visitado. Nesse momento ele soube que sua presença aqui não era ao acaso e que tinha uma missão a realizar.

Quando Zealot atacou os espiritos malignos, eles recuperaram sua consciência e um deles após um momento confuso, se apresentou. Ele era Adrom Von Frisch um antigo sacerdote de Vecna que foi enviado junto com um grupo de guerreiros para subjulgar Mograine, um lorde maligno que virou as costas a Rhest e aliou-se a goblinóides tendo uma parcela de culpa na queda de Rhest, onde hoje resta apenas o pântano negro. Adrom explica que antes de perder a batalha,

lançou uma maldição em Mograine para que ele ficasse impedido de sair dali e pede ajuda
dizendo que apenas com Mograine morto ele poderá descançar em paz. Quando o grupo se preparava para partir, Adrom diz a Zealot "Nunca é tarde demais para redenção".
Após essas revelações o grupou se encontrou numa sala com uma espécie de prisão mágica, dentro dela estava Offalian, o guardião de Cripta. Um carniçal ao perceber a aproximação do grupo, encostou na parede da prisão e disse: "Eu o liberto, guardião da cripta". Assim mais uma vez os aventureiros se encontraram em uma batalha mortal, conseguindo supera-la novamente.



-------------- XP e Recompensas --------------

Sala dos dejetos

3 Zumbis 125
2 Zumbis Gélidos 175
1 Hobgoblin Deathwacher 150
1 Dragonete Guarda 125
1 Hobgoblin Soldado125
4 Hobgoblin Grunt 35
1 Hobgoblin Arqueiro 110
Alcançar um marco: +100

Sala da Câmara Fresca

3 Dire Rat - 135
2 Goblin Lâmina Negra - 125
Libertar Mirtala e convence-la que está segura - 100

Cripta de Von Adrez Kauthin

4 Hobgoblin Grunt 35
2 Hobgoblin Arqueiro 125
1 Hobgoblin Conjurador de Batalha 150
Sinruth O Comandante Hobgoblin 440
Derrotar Sinruth sem nenhum desmaio: +150

Cripta da Guarda de Honra

Descobrir o propósito dos fantasmas 525
Descobrir o propósito dos fantasmas com combate: -50

Sala do Guardião da Cripta

Offalian 250
Skulk Zombie 150
Ghoul 200

XP Total: 4310
XP cada: 862
Ficando a XP de cada um em: 1812








segunda-feira, 20 de junho de 2011

Invasão a Citadela de Umbra

Galera terminamos neste domingo nossa terceira sessão, do primeiro capítulo da campanha. Nesta sessão finalizamos a invasão a Citadel of Umbra, na ilha de Winterglen. Quero parabenizar a todos que novamente não deixaram o espirito do nosso amado Felipe de lado, e combateram como ele! *uma palma*

Revisão da Sessão:

"Todos estavam reunidos na cabana de Mokkan na vila dos druidas em Alaron. Mokkan desenhara um mapa da citadela e todos começaram a esquematizar como iriam invadí-la. O druida não poderia ir pois estaria preparando o ritual para o antidoto.
Na manhã seguinte todos seguiram para Umbra, foram escondidos em troncos de árvores flutuando, que foram puxados por outros dois druidas que haviam se transformado em lontras, assim atravessaram o pequeno estreito de água que cortava as Moonshaes chegando até Umbra.

Os aventureiros resolveram penetrar na cidade pelo mercado, apesar de estar bastante cheio e movimentado, a jovem Clark e o drow conseguiram pular a muralha numa parte rachada e lançaram uma corda para o grupo poder escalar também. Dentro da cidade, foram em direção a oeste. Avistaram um guarda distraído, TOTALMENTE VULNERÁVEL, e tentaram matá-lo. Nosso drow com toda a sua habilidade e humildade, erra fatalmente o golpe contra o guarda. A faca bate na ponte e o guarda percebe que estava sendo atacado. E parte para cima do nosso anão, que tentava FURTIVAMENTE passar pela ponte. Deu no que deu, e acabaram aprisionando o guarda atrás de uma casa.

Logo após se dirigiram para a sessão mais nobre da cidade, haviam casas belas e o local parecia bem quieto e menos movimentado do que o mercado. E o grupo se viu numa bifurcação entre uma rua que estava completamente vazia, e outra que haviam pessoas falando. Seguiram pelo beiral da cidade nas proximidades da mureta da cidade, na direção contrária onde a rua estava completamente vazia. E assim foram descobertos por guardas que patrulhavam o local. Lutaram e derrotaram os guardas deixando seus corpos pelo chão.

Seguiram então para a maior construção desta parte da cidade, que era a biblioteca de Corellon. Caso o grupo tivesse seguido pela rua vazia, encontrariam uma entrada para a biblioteca pela parte de trás. Mas nosso grupo que não nega a fama de serem destemidos, encararam a biblioteca pela parte da frente, e eis que em uma armadilha foram pegos. Arqueiros saíram do segundo andar pela sacada, na qual estava passando por reformas, e começaram a atirar no grupo quando cruzaram o centro do pátio da biblioteca. Um jovem mago da seita do crepúsculo, saíra das portas da biblioteca no primeiro andar e ataca também o grupo. Nossos heróis derrotaram todos eles com uma certa demora, ignorando o fato de que os arqueiros estavam em pés sobre varandas em reforma, presas por pequenas tábuas de madeira, que com o menor golpe seriam derrubadas ao chão. Os eladrins seguros de que a ameaça seria pequena, erraram feio por não fugirem e chamarem ajuda.

Penetrando na biblioteca, depois de um tempo e a explorando sem serem notados, encontram uma porta no segundo andar. E eis que nosso Kent, o Clérigo Anão, com sua inteligência anã chuta a porta, e o nosso destemido grupo começa a bicar a porta em um ato de "JÁ QUE É PRA CHUTÁ, VAN BORA." Provocando barulho e chamando atenção de alguns guardas e um mago que estavam no primeiro andar. Um eladrin no primeiro andar correra em direção a área militar da cidade e chamara alguns guardas para prenderem os intrusos. Mas nossos heróis derrotaram aqueles poucos que foram ver o barulho, e abrindo a porta descobriram um escritório com uma passagem secreta.

Após percorrerem a passagem secreta, chegaram até a Catedral do Crepúsculo por um porão. Na catedral Ely, nosso Avenger SevenFUU, relembrara de um sonho que tivera na noite anterior. Sonhara que Bahamut ouvia suas preces em um deserto e o acolhia sobre um lago. Então logo percebera que o sonho se tratava de uma visão do altar da Catedral. Ely precisava do sangue de um dragão para banhar a pia batismal do altar, e dela algo iria acontecer.

Nossos heróis seguem para o segundo andar da catedral, matam um acólito que fazia suas preces, e roubam seus pertences. Até que chegam a uma porta no final do segundo andar. Onde Clark identificara que era mágica, algum tempo procurando perceberam que uma das tochas do corredor se soltava e acendia magicamente. Assim o fogo da tocha fazia com que a porta desaparecesse e eles pudessem entrar no aposento.

Chegaram então onde vivia o Dragão Fada, a chave daquela invasão. Precisavam de seu sangue, mas não precisavam dele morto. Então Clark toma a liderança do grupo e tenta conversar com o Dragão. Mas infelizmente ela não estava muito inspirada e o dragão se irritara e partira para cima dos nossos heróis. Depois de uma batalha tensa, até nosso ladino chegará a desmaiar de tanto dano. Mas ao fim conseguiram dar um fim ao dragão e encher os fracos de vidro com o tão precioso sangue dele.

Já estava anoitecendo e a cidade começava a ficar agitada, mas nossos heróis correram até a pia batismal e jorrando um pouco do sangue do dragão sobre a superfície da água, eis que nosso Avenger colocando seu rosto dentro da água, tem uma visão do que parecia ser o futuro.

Ely sente como se fosse sugado para um outro lugar, estavam em um lugar completamente diferente. Se via flutuando inerte como um fantasma. Estava sobre um salão. Havia estátuas por todos os lugares, e muitas runas escritas nas paredes. As estátuas eram de seres com asas, pareciam demônios. E uma grande estátua da Deusa Shar estava em um altar. Haviam dois homens discutindo ao pé do altar. Ely notara que um deles era Khaly. Ele estava discutindo e gritando com outro homem, que trajava roupas negras. Possuía um colete negro, e sobre sua cabeça havia faixas de pano negro envolvendo sua cabeça, apenas seus olhos eram vistos. Olhos vermelhos como fogo. O homem discutia com Khaly, e em suas mãos ele segurava uma grande pedra em formato retangular, parecia uma tábua, havia rachaduras e as pontas estavam quebradas, e coisas escritas podiam ser notadas. Até que as portas na parte sul do grande salão se abrem, e Ely vê a si mesmo e o seu grupo entrando correndo pela porta. Todos estavam muito apreensivos. Até que Khaly começa a correr em direção aos heróis com uma expressão de socorro. E o homem que vestia negro, pega uma katana e a lança sobre as costas de Khaly. Falecendo bem na frente do grupo. Todos então começam a correr em direção ao homem, mas ele lança uma bola de fumaça mágica sobre o lugar, e tudo fica num cinza enegrecido. O grupo começa a tossir muito. Mas isso não tirara a visão de Ely sobre o local. Então Ely avista o homem fugir por entre a fumaça, e na lateral do altar ele se abaixa e começa a pressionar alguns símbolos. O chão em pedra se abre, e o homem que vestia negro entra pela passagem. De repente o teto do local começara a descer lentamente. As estátuas que eram altas começaram a ser esmagadas, e a quebrarem. Todos estavam no centro da grande sala tossindo muito, a fumaça começara a cessar, mas o grupo não encontrava uma saída. O desespero tomara todos eles, não conseguiam abrir a porta da entrada, e não conseguiam achar uma saída. Ely vendo sua própria morte desperta daquele transe, retirando o rosto sobre a água.

Depois da visão o grupo ainda digerindo aquela informação voltam para o segundo andar, e começam a ouvir pessoas no andar de baixo. Uma passagem na sala do dragão os leva para o terraço da catedral. E num ato heroico e sem escolha todos mergulham no rio a 20 metros abaixo deles."


terça-feira, 31 de maio de 2011

E a Jornada começa...

Olá a todos,

A segunda parte da aventura teve muita história, e muitos NPCs novos. A trama vai começar a se dissolver aos poucos, e a campanha vai começar a se mostrar aos poucos. Primeiramente vou resumir como foi o encontro e como algumas mancadas vieram nos visitar (malditas $%#@% nem foram chamadas, aff).

"Depois de invadirem a loja que estava fechada de Khaly, o mercador que enganara o grupo, dois de nossos heróis abandonaram o grupo, o Bárbaro e o Patrulheiro. Eles estavam apenas fazendo um favor ao clérigo Kent, e tinham outros deveres a cumprir em Faerûn.

Na manhã seguinte os heróis que sobraram eram a maga Clark (que agora virou humana, mas ninguém notou diferença), o nosso avenger Sevenfold Ely, o amante de seres coloridos e com asas, e nosso líder religioso Kent, o clérigo metralhadora *trollface*. Eles estavam saindo da estalagem quando foram abordados por um Guerreiro encapuzado, que os levara até um local secreto em umas ruas afastadas do centro de Athkatla.

Ao chegarem lá foram interrogados por Mellany, que era o líder humano da Shadow Thieves¹. Mellany estava nervoso e o tempo todo queria uma resposta plausível para a morte de Amir. Quando a situação estava começando a ficar tensa, e uma briga iria estourar ali, um Genasi da terra começa a se materializar através da parede e pede para que parem com a discussão.

O Genasi era um druida, e se chamava Mokkan². Ele então intima Mellany a liberar os heróis e o proíbe de qualquer violência contra eles. Mokkan então revela à todos que entrara na loja de Khaly e havia descoberto coisas muito sérias que o mercador planejava. E assim ele propõe aos heróis para que o acompanhem até as ilhas de Moonshae, em Alaron. Para conversarem com o Rei Derid Kendrick³ sobre o que eles sabiam sobre Khaly, pois agora eles faziam parte de uma investigação. Assim Mellany não poderia se vingar deles ali. Quando todos concordam em seguir Mokkan, Mellany então ordena que dois de seus homens façam parte desta jornada também. E assim o ladino drow Drizzt e o guerreiro humano Theodore se juntam ao grupo.

Horas depois o grupo se reúne no cais de Athkatla e embarcam em uma pequena embarcação que Mokkan contratara. A viagem estava tranqüila, até que durante a noite foram atacados por um imenso navio pirata. A batalha foi difícil e longa, o druida Mokkan não pode ajudar muito pois sofria sérios enjôos no mar. Mas graças ao ladino que o aplicou um placebo (blefe dos bons), o druida se restabelece e ajuda na batalha. O navio pirata então lança dois arpões bem grossos no casco da embarcação de nossos heróis e começa a arrastá-los para uma outra direção, através de cordas que pendiam dos arpões. Sem terem muita escolha nossos heróis invadem o navio inimigo e derrotam toda a sua tripulação. Quando chegam face a face com o capitão, ele num ato desesperado lança uma pequena dinamite para dentro do navio, onde havia barris de pólvora e outros inflamáveis fazendo explodir a lateral do casco do navio. O navio pirata acaba afundando, mas graças ao esforço de todos, e a "ladinagem do ladino" em roubar o tesouro só para si (tentara pelo menos), todos conseguiram se salvar e retomar a viagem na pequena embarcação.

Alguns consertos foram necessários na embarcação, mas todos voltam sãos e salvos para o antigo destino, as ilhas Moonshae. As ilhas como todos puderam ver, eram deslumbrantes. Ao norte misturas de blocos de gelos flutuantes, com montanhas nevadas em algumas partes. E ao sul áreas verdes e pantanosas se misturavam com a paisagem. Um cenário belo e caótico ao mesmo tempo.

Ao chegarem na capital de Alaron, Callidyr, nossos heróis são recebidos por um druida em prantos, que convoca Mokkan urgentemente para retornar a aldeia. Todos os heróis resolvem ajudar Mokkan e deixam por enquanto o objetivo de falar com o Rei de lado. Ao chegarem na aldeia dos druidas a sudoeste de Callidyr, encontram corpos de soldados e druidas no chão. Havia uma imensa árvore, chamada de Cesi⁴, era branca com folhas vermelhas, e todas as pequenas tendas e casebres improvisados dos druidas se encontravam em volta dela. Mas estranhamente possuía cortes terríveis em seu tronco. Ao ouvirem um estrondoso grunhido, os heróis se dirigem para uma parte da floresta gelada, e lá encontram uma imensa criatura. Um Espírito do Inverno, um ser feérico, que estava congelando e atacando todos aqueles que tentavam impedi-lo de avançar contra a aldeia.

Após uma batalha que não fora muito difícil, graças ao conhecimento pleno de nossa maga sobre o monstro, na qual revelara todas as suas fraquezas. Nossos heróis rapidamente destruíram a criatura. E assim retornaram a vila junto de Mokkan. Então todos foram encarregados de ajudar a recolher os corpos e a salvar aqueles que estavam apenas feridos, na qual precisam de socorro imediato (Desafio de Perícias horrível, na qual me perdi mas no fim acabou dando certo, mas prometo que o próximo será no mínimo bom!). Depois de algumas horas de serviço comunitário (wth?), Mokkan e os heróis se dirigem para a tenda do chefe da vila, o Druida Ancião Iolaus Whitesoul (não é o do Hércules!). Ele estava deitado em uma cama improvisada com palha e madeira, e estava sendo ajudado por dois outros curandeiros da vila. Mokkan ao examiná-lo percebe que o boato que havia sobre ele ter sido infectado com a praga não era verdade, era apenas uma ferida e parecia ter sido infligida com veneno. Nosso clérigo então investigando descobre que se tratava de um veneno feérico, que leva a morte em poucos dias. Ele e a maga juntos através de seus conhecimentos chegaram a conclusão que a cura pode ser obtida através do sangue de um dragão fada.

O vilarejo havia sido atacado por Eladrins e suas criaturas feéricas, vindos do sul (nem tudo que é feérico é fada, ok os Eladrins ainda estão na regra). A muitos anos atrás quando a Praga Mágica⁵ atingiu o mundo, ela deixou resquícios de sua distorção. Assim uma estranha reação aconteceu na ilha de Gwynneth. Um portal para a agréstia das fadas fora criado e muitas criaturas feéricas e muitos Eladrins foram sugados para Faerûn. O portal após um tempo fora fechado, e os Eladrins foram forçados a sobreviver naquela terra inóspita. Então anos de guerra se travaram e os Eladrins finalmente conquistaram toda a ilha de Gwynneth, as cidades de Caer Corwell e a cidadela de Umbra foram tomadas pelos Eladrins. Só que os Eladrins com o tempo não se contentando com uma ilha começaram a atacar as ilhas vizinhas. E assim Alaron entrou nesta guerra. Então devido a necessidade de defesa, a família Kendrick resolveu criar uma sociedade de druidas para estabelecer as defesas contra os Eladrins. Sendo assim os druidas de Alaron vivem em guerra contra os Eladrins à centenas de anos. E dessa vez os Eladrins conseguiram chegar até a Árvore Cesi e envenená-la. Enfraquecendo-a eles poderão penetrar mais facilmente nas barreiras mágicas da ilha. E conquistar Alaron de uma vez por todas.

Mokkan ao saber sobre o antídoto que poderia ser feito do sangue de um Dragão Fada, avisa a todos que avistara um ser desse quando invadira a Cidadela de Umbra, em uma missão de espionagem. Sendo assim todos começam a armar um plano para invadir sigilosamente a Cidadela de Umbra e coletar o sangue do Dragão. E assim irá começar a nossa terceira sessão!"




- - Lore - -


Shadow Thieves¹ - Link para página externa
Mokkan² - É um druida de Alaron, ele é a mão direita do atual Rei Derid Kendrick. De todos os druidas de Alaron, o único que é permitida a saída das ilhas Moonshae é Mokkan. Quando criança Mokkan fora encontrado por druidas, estava abandonado nas montanhas de Fairheight Mts. Apesar de ser um Genasi e não um humano Mokkan fora aceito no vilarejo, e fora criado como uma criança humana e treinado como um drida. No início por ser um Genasi, ele não conseguira se adaptar, pois sua raça não possuía características que beneficiavam a classe de druida. Mas com o tempo Mokkan se destacara, pela sua garra e empenho. E assim aprendera a ser um druida de verdade, e também se tornara um grande amigo do jovem príncipe Derid, filho do Rei de Alaron na época. Com o tempo Mokkan se tornara um importante druida em Alaron, e também fora nomeado a Mão Direita do Rei Derid Kendrick.
Rei Derid Kendrick³ - Atual Rei de Alaron, descendente de Alicia Kendrick. Que era filha do Alto Rei Tristan Kendrick e da druida Robyn. Irmã de Deirdre Kendrick, na qual fora morta por Alicia quando Deirdre fora possuida pela deusa Shar, e tentara destruir as ilhas de Moonshae.
Cesi⁴ - Conhecida também como a árvore mãe, é uma antiga árvore que protege a ilha de Alaron. Diz a lenda que Deirdre Kendrick fora enterrada naquela região e a árvore nascera sobre seu corpo. A árvore possui uma energia que faz com que mesmo nos invernos mais rigorosos, Alaron seja frutífera e não apenas uma ilha congelada e sem vida. A árvore também é responsável por criar uma espécie de proteção mágica contra invasores. Ninguém sabe ao certo como isso funciona, nem o Alto Druida consegue explicar exatamente seu poder. Mas todos sabem que sem a árvore, Alaron perderia uma grande aliada na guerra contra os Eladrins.
Praga Mágica⁵ - Link para página externa

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Voltando de Férias

Galera estamos voltando depois de quase um ano sem jogar. Dessa vez acho que vamos passar do nível 10 pelo menos, tenho 9 pontos em Fé nisso! Opsh.

Então vamos lá, a primeira parte da campanha (na qual não revelei o nome, por se tratar de um baita spoiler) foi iniciada no primeiro dia de jogo, na primeira sessão (Data 01/05).

Em nosso grupo inicial temos Castor, o Bárbaro Humano; Clark, a Maga Gnoma; Ely, o Avenger Sevenfold Deva; Gibão, nosso Ranger Elfo que usa gibão; e o Kent, nosso Clérigo Anão lawful good (com desvios de personalidade).

"Tudo começou quando Kent, o Anão Pastor Clérigo recebeu uma carta de um conhecido que mora em Athkatla. O mercador Khaly, que enviara a carta, pede ajuda para uma tarefa inicialmente fácil. Descobrir quem está por trás dos roubos de suas carroças, que vão em sentido a cidade de Crimmor. Nossos heróis aceitam a tarefa e partem para Crimmor disfarçados em uma carroça. Até que durante a travessia são atacados por ladrões halflings, que incendeiam a carroça. Um deles foi capturado pelo grupo e acabara revelando um nome por trás dos roubos, o Senhor dos Halflings ladrões da Shadow Thieves, Amir Kadaj.
Depois de procurarem em Crimmor e não descobrirem muita coisa, rumam para Esmeltaram que é um pequeno vilarejo de Halflings, onde tentam descobrir mais sobre Amir Kadaj.
Durante o caminho, são capturados e aprisionados em jaulas. E eis que aparece Amir Kadaj e os interroga. Amir não nega estar roubando as mercadorias de Khaly, mas conta uma história que Khaly não é flor que se cheire e o carregamento que ele estava roubando era algo sério demais. Não poderia ser entregue e Amir estava fazendo o trabalho de interceptar a carga.
Após Amir deixar nossos heróis enjaulados apenas com dois guardas de vigias, eis que aparece um pequeno halfling que assassina os dois vigias e ajuda todos a se libertarem da jaula. Esse pequeno halfling se apresenta como Naniko, e lhes faz uma proposta.
Naniko propõe que eles invadam o forte onde reside Amir e o extermine. E diz que Khaly e Amir estão tramando juntos alguma coisa, mas não sabe o que é. Mas que se conseguirem matar Amir ele irá liderar o grupo dos halflings da Shadow Thieves e irá dar todo suporte aos heróis.
Assim sendo os heróis aceitam o trato com Naniko e seguem para a fortaleza. Enfrentando alguns grupos de halflings e passando por algumas passagens secretas conhecidas por Naniko, chegam finalmente a sala de Amir.
Amir Kadaj então finalmente é derrotado, e Naniko senta em seu trono triunfante. E revela aos heróis que há uma sala com tesouros e pede a todos que o sigam. Só que era uma armadilha, e todos caem num fosso com fezes, e todos os tipos lixo e excrementos.
Traídos e sujos, os heróis depois de algum tempo conseguem achar uma saída para a cozinha do forte. Literalmente na merda, enfrentam Naniko na sala onde Amir residia anteriormente. Alguns halflings enganados por Naniko se juntam para matar os invasores, que na versão de Naniko teriam assassinado Amir.
Mas Naniko é derrotado e os heróis descobrem uma carta em seu bolso. A carta revela que Khaly e Naniko na verdade eram quem trabalhavam juntos. O plano inicial de Khaly quando invocou os heróis era matar Amir, pois ele estava atrapalhando seus planos. Naniko foi incumbido de ajudar os heróis nesta tarefa.
Após descobrirem tudo os heróis voltam para Athkatla com a cabeça de Naniko em um saco, mas ao chegarem a loja de Khaly, descobrem que estava completamente vazia e Khaly havia fugido."

Este foi o fim da primeira parte da Campanha. O próximo encontro será dia 15/05, com a segunda parte.

Notas: Alguns erros foram cometidos, como na questão das perícias. Mas muita coisa já foi analisada e corrigida e na próxima narrativa teremos menos falhas. Mas o que importa é a diversão! ;D

Valeu galera e até o próximo encontro. Beijo do gordo... guardião!

domingo, 20 de junho de 2010

O Último Suspiro de um Patrulheiro

Olá jogadores, infelizmente uma tragédia abateu sobre nosso grupo, e estamos todos de luto, nosso tão destemido Patrulheiro foi raped... opsh foi morto* por um bando de Hobgoblins Conjuradores. Nosso tão destemido patrulheiro, quis tanká-los tão bravamente, acabou que morreu igual bosta, mas ok vamos prosseguir!

Então, na manhã depois do ataque a cidade de Brindol os aventureiros foram se encontrar com o Conselheiro Eoffram Troyas. Ele então declara que seu pequeno filho de 8 anos, Redden Troyas, foi raptado junto com outras três pessoas no ataque da noite anterior. E vocês também ficam sabendo que o grande Salão de Honra foi assaltado por eles, e levaram peças de grande valor sentimental, que foram equipamentos usados na última guerra onde Brindol se saiu como a grande vencedora. Nesta última guerra um grupo chamado Mão Vermelha foi derrotado sobre uma investida espetacular da cidade de Brindol. Então o conselheiro lhes conta sobre um Goblin chamado Sinruth, que fanático pelas histórias da Mão Vermelha, decide reviver a antiga gangue, então ele começa a juntar Goblins e Hobgoblins nessa empreitada. Após o Conselheiro declarar a recompensa de 200PO por resgatarem as pessoas raptadas e mais 200PO para que tragam todas as peças do Salão da Grande Honra, todos vocês partem para interrogar um Hobgoblin que foi aprisionado na noite anterior, e com uma atuação espetacular do nosso bardo Barney, usando sua habilidade de metamorfo enganou o Hobgoblin, conseguindo assim a localização de Sinruth e seu grupo.

Seguindo as trilhas indicadas pelo Hobgoblin enganado, todos chegam as catacumbas de Rivenroar, que pertence a um antigo castelo abandonado. Não se sabe muito ainda sobre esse castelo e nem sobre as catacumbas, começamos a explorá-la e já tivemos alguns encontros. Assim que entramos nas catacumbas fomos recebidos por um grupo de Hobgoblins que guardavam o salão principal. Após derrotá-los e cuidarmos de um estranho mecanismo de braseiros, partimos para a sala a oeste. E lá que o circo pega fogo, quer dizer ainda não. Quando chegamos lá, seis hobgoblins dormiam tranquilamente com suas armas próximas ao corpo, nosso ladino sorrateiramente executa um hobgolin arqueiro sem o menor barulho, e enquanto o grupo se aproxima ENTRA EM CENA NOSSO DESTEMIDO!!!!! O SUPER PATRULHEIRO, e se metendo NO MEIO DA SALA tenta dar um golpe de misericórdia em um deles, mas ele não contava com os passos "leves" de nosso Guardião Golia de dois metros e quarenta centimentros de puro músculo, que com o seu movimento acorda todos os inimigos. Assim rapidamente o nosso patrulheiro falha no seu golpe de misericórdia, e é atacada por 2 hobgoblins conjuradores que usam seus Pulsos de Energia nele e o matam, lançando seu corpo para o canto da sala afastado de qualquer forma de ajuda. E assim nosso destemido Patrulheiro encerra sua história =[ sad true history. Ok continuando...

Após alguns combates, entramos numa sala com um estranho portal. O bardo rapidamente identifica o portal e percebe que ele é um portal de mão única (sim igual trânsito mesmo) no sentido de dentro para fora, após alguns minutos nesta sala uma gigante Gelatina Ocre (não era Royal, era Ocre*) sai do portal e assim todos destemidos e de espirito de briga, começam o fight, mas após a geleia tomar um certo dano, ela se divide, se dividiu tanto que chegou a 4 pedaços. Como se não bastasse dois espectros malandrinhos se esgueiraram através do portal atingindo o nosso mago Ikyrion e nosso ladino Klap com um toque necrótico. Após algumas porradas e um sufuco de ficarem fugindo das geleias, o grupo consegue derrotá-los. E é o fim de um dia inteiro de porradas, hobgoblins, e um patrulheiro morto /snif.
A EXP desta sessão foi de 500 para cada um, e não foi encontrado nenhum tesouro, item significativo e nenhuma pessoa raptada até o exato momento, mas continuaremos na busca.

E até a próxima galera! Pro Patrulheiro não, porque virá um novo personagem, espero que um com mais Int =[ porque esse ai coitado...




em Off: Ahh!! VALEU KAKÁ ISSO AE DÁ MOLE PRA ESSES NEGÃO NÃO, SÓ PORQUE FALAM FRANCÊS ACHAM QUE PODEM ALGUMA COISA, METE BRONCA NESSAS #$$@#$! E AVANTE BRASIL =D

domingo, 30 de maio de 2010

O Ogro Porradeiro!

Boa noite Jogadores,

Tivemos hoje nossa primeira sessão de D&D, após muitas nubagens do nosso Druida, que irá trocar de classe (transformista?), conseguimos enfim defender um ataque da cidade de Brindol, no Vale de Elsir. Viajamos para a cidade de Brindol em busca de um pouco de brigas, e algumas cervejas.

Na taverna Chifre e Espinho, depois de tomarmos algumas cervejas e descobrirmos o nome "Sinruth", um nome por trás desses ataques a cidade. Sofremos ataques de Goblins e Hobglobins que tentaram incendiar a taverna onde estavamos. Muitos deles gritavam o nome de Sinruth, enquanto tacavam tochas de betume incendiando algumas partes da taverna. Assim que conseguimos defender a taverna, uma gritaria e explosões do lado de fora atrairam todos para lá.

Um Ogro atirando barris explosivos pelas ruas da cidade, faziam todos correrem até os guardas que provavelmente deveriam defender a cidade né. Mas no caso só os quatro bravos guerreiros peitaram o Ogro e os seus dois hobgoblins arqueiros que ajudavam a acender os barris em cima de uma carroça, na qual o Ogro puxava em sua cintura. O Mago Ikyrian conjurou sua esfera flamejante fazendo vários barris explodirem, mas mesmo assim tivemos que encarar o Ogro que sobrou preso a carroça cara a cara! Após muita porrada do ogro na testa, e nosso Druida ficar com 1 de PV, derrubamos o Ogro. E a chuva cela o fim desta luta, todos sem fôlegos e muitos sem PVs, já não aguentando mais a sessões consecutivas de batalhas. Chegam três guardas gritando que precisavam de ajuda na ponte da cidade que estava quase desabando.

Ao chegarem a ponte, a invasão dos goblins já havia cessado, e muitos guardas e pessoas da vila jaziam mortas pelos chãos de Brindol. Vendo tudo parcialmente calmo, novos guardas inúteis (e sempre mensageiros, porque bater que é bom nada) os parabenizam pela ajuda nos ataques, e entregam a mensagem do conselheiro da cidade, seu nome é Eoffram Troyas, que pelo que vocês sabem é um dos novos integrantes do conselho de Brindol. Os guardas avisam que eles podem ficar no INN esta noite de graça, que o conselheiro os aguarda pela manhã para uma possível proposta!

Ah, até a proxima sessão! Flw



(sem o Druida aeeee \o/)

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